Ainda dá tempo de ser solidário

A famosa boneca Emília, personagem dos livros infantis de Monteiro Lobato, nem sabe por quais casas andará a partir deste Natal. A única certeza é que nos novos lares, ela continuará correndo atrás do…

A famosa boneca Emília, personagem dos livros infantis de Monteiro Lobato, nem sabe por quais casas andará a partir deste Natal. A única certeza é que nos novos lares, ela continuará correndo atrás do porquinho Rabicó e aprontando para os primos Pedrinho e Narizinho.

Emília é um dos tantos brinquedos que tem passado pela Oficina do Papai Noel – uma iniciativa do gabinete da primeira-dama da prefeitura –, instalada em um armazém perto da entrada central do Cais do Porto da Capital. Dali sairão os presentes que farão sorrir cerca de 15 mil crianças atendidas por instituições credenciadas à prefeitura de Porto Alegre.

Hoje, às 15h30min, o prefeito José Fortunati e a primeira-dama, Regina Becker, estarão na Usina do Gasômetro para fazer uma entrega simbólica de brinquedos, também arrecadados no Pedágio do Brinquedo da RBS TV, Grupo Zaffari e prefeitura, e agradecer as parcerias da 5ª edição da Oficina do Papai Noel.

Muitos trenós já partiram para as entidades, que repassarão às crianças os brinquedos recolhidos nas lojas do Grupo Zaffari e repassados à fábrica de Noel. Lá, desde 24 de novembro, a duende-chefe Cristina Scherner, que na sua outra identidade atua no gabinete da primeira-dama o resto do ano, comanda uma equipe de 30 pessoas que nem sabem mais direito o que são: se duendes, Papai Noel ou voluntários. Trabalham muito, desde cedo da manhã até o fim da tarde por um lema: tornar as crianças felizes e não deixar que nenhuma receba presente feio, seja ele novo ou usado – o caso da maioria.

Brinquedos passam por triagem antes de conserto

O portão aberto do armazém dá vista bonita para o Guaíba e dispensa os ventiladores. Por quase todo o comprimento se distribuem bancadas de madeira sobre as quais o material doado é posto. Ali, os brinquedos passam por uma primeira triagem para se saber o que será restaurado e o que irá para o lixo. Depois, são divididos por sexo, faixa etária e seguem para as oficinas de reparo. Entram no mundo fantástico de José Valeriano, um gari veterano do DMLU e também do programa da prefeitura. Há quatro anos como voluntário, Valeriano descobriu que podia fazer maravilhas para surpreender a criançada. Filho de marceneiro, desde novo aprendeu a fabricar pequenas peças de madeira, como carrinhos:

Maria da Graça, costureira e artesã, e Ane Mari, dona de casa, aproximam-se de Valeriano para confirmar que, ainda neste seu primeiro ano de trabalho na fábrica, sentem-se numa verdadeira família. Vão sentir saudade de fazer o bem para os outros e para si mesmas. De tanto arrumar bonecas, acabam por encher suas próprias vidas de alegria.

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