Centro de Porto Alegre: História e Economia

O Centro Histórico de Porto Alegre tem menos de 40 mil moradores. No entanto, são mais de 10 mil estabelecimentos comerciais com alvará ativo. Ao mesmo tempo, os chefes de família da região têm uma renda…

O Centro Histórico de Porto Alegre tem menos de 40 mil moradores. No entanto, são mais de 10 mil estabelecimentos comerciais com alvará ativo. Ao mesmo tempo, os chefes de família da região têm uma renda média alta: quase 13 salários mínimos por mês. Mais de 1,6 mil alvarás são para estabelecimentos de alimentação. O segundo são para pequenas lojas de armarinhos, bazar e artesanatos. Os dados foram fornecidos ao Acerto de Conta$ e Rádio Gaúcha pelo Sindilojas Porto Alegre.

Ouça a conversa sobre o assunto com o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Ronaldo Sielichow, no programa Destaque Econômico, fazendo o download da entrevista ao final da página.

Limites atuais: Av. José Loureiro da Silva, Av. João Goulart até seu encontro com a Av. Mauá; desta até a sua convergência com a Av. Presidente Castelo Branco; desta até seu encontro com o Largo Vespasiano Júlio Veppo; deste até o Complexo Viário Conceição (túnel, elevadas, acessos e Rua da Conceição) em seu prolongamento até a Rua Sarmento Leite; desta até a Rua Engenheiro Luiz Englert; desta até seu encontro com a Avenida Perimetral e desta até a confluência da Avenida Loureiro da Silva.

Histórico: A origem do bairro Centro Histórico remonta os primórdios da ocupação de Porto Alegre. A abertura das atuais rua Riachuelo e Duque de Caxias formavam, junto com a Rua da Praia, as principais vias da cidade, onde foram estabelecidas as mais antigas residências e casas comerciais.

A Rua Duque de Caxias já teve várias denominações, sendo a primeira delas “Rua da Igreja”, pois era onde se localizava o único santuário da cidade. Por muitos anos foi considerada a rua mais nobre da cidade, residindo políticos, comerciantes e militares de altas patentes. Nesta rua foi construída a Igreja da Matriz (atual Catedral Metropolitana). Ali também foi construído, em 1858, o teatro mais antigo da Cidade, o “Theatro São Pedro”.

O Mercado Público Central teve sua primeira edificação em 1844. Foi criado em função da necessidade de um local para comercialização e sociabilidade de seus moradores. O local sempre teve um importante papel para Porto Alegre. Além de seu comércio, durante o século XIX, o Mercado Público era onde circulavam as últimas notícias do Brasil, por ser um local de intenso fluxo de pessoas, sobretudo em função do Porto. No térreo do Mercado, encontra-se o mais antigo bar da cidade, “O Naval”.

O centro dispõe dos mais diversos serviços e entretenimento, principalmente ligados a atividades histórico-culturais. Como exemplo, pode-se citar o museu Julio de Castilhos, instituição cultural com caráter de museu antropológico, artístico e histórico, localizado na Rua Duque de Caxias. A atual Casa de Cultura Mario Quintana foi transformada em centro cultural no final da década de 80.

Na Praça da Alfândega, localizam-se o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Memorial do Rio Grande do Sul e o prédio Santander Cultural onde se é apresentado diariamente atividades ligadas a exposições, mostras de vídeos e cinemas. Outro ponto bastante significativo do Centro Histórico é a Usina do Gasômetro, conhecida com a Praia do Riacho, que funciona desde 1874.

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