Comércio diminui as expectativas

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reduziu ontem, pela terceira vez em 2013, a previsão de crescimento das vendas no ano: 3,8%. Em janeiro, a projeção era de alta de…

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reduziu ontem, pela terceira vez em 2013, a previsão de crescimento das vendas no ano: 3,8%. Em janeiro, a projeção era de alta de 6,5% ante crescimento de 8% em 2012. A revisão nas estimativas foi feita após a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias, que teve queda de 1,3% em agosto sobre o mês anterior, o menor patamar da série histórica iniciada em 2010.

Na comparação anual, o indicador tem queda de 9%. Também o indicador do Nível de Consumo Atual acende um alerta no setor. Pela primeira vez, o item caiu para abaixo dos 100 pontos, considerado como limite do patamar de satisfação.

Com queda de 1,9% ante julho, e 11,1% ante agosto de 2012, soma 98,6 pontos na metodologia. “É uma queda muito significativa, ainda mais se considerarmos a base de comparação alta de 2012. É um processo que vem desde o início do ano, por conta da inflação, que contaminou o otimismo das famílias e a confiança do mercado”, explica o economista da CNC Bruno Fernandes. Uma razão preponderante para o baixo desempenho das vendas no comércio é a desvalorização cambial, diz ele. “Tudo depende do câmbio, principalmente o consumo de bens duráveis.”

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