Diminui o percentual de famílias gaúchas endividadas

O percentual de famílias endividadas teve redução em dezembro (57,6%) em relação ao verificado no mesmo mês de 2011 (66,3%). Em média, o ano de 2012 apresentou um percentual de endividamento menor do que…

O percentual de famílias endividadas teve redução em dezembro (57,6%) em relação ao verificado no mesmo mês de 2011 (66,3%). Em média, o ano de 2012 apresentou um percentual de endividamento menor do que 2011, motivado pela maior incerteza ao longo do ano e, em convergência com o menor crescimento da atividade econômica. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias gaúchas (Peic-RS) está sendo divulgada nesta quarta-feira (26) pela Fecomércio-RS.

A redução do endividamento ocorreu para as duas faixas de renda analisadas. Nas famílias com renda inferior a 10 salários mínimos, o endividamento foi de 66,0% no mês de novembro para 61,5% em dezembro. Nas famílias com rendimento superior a 10 s.m., o percentual de 64,2% em novembro para 41,3% em dezembro.

A parcela de famílias que se declara muito endividada apresentou nova elevação, passando de 12,2% no mês passado para 13,8% em na pesquisa de dezembro, todavia o percentual de famílias com mais de 50% da renda comprometida com pagamento de dívidas apresentou redução, atingindo 7,8%.“Nesse mês, a pesquisa mostrou que as pessoas estão mais críticas sobre a sua condição de endividamento do que a apuração de comprometimento de renda apontaria. Essa percepção certamente tem efeito negativo sobre a formação de novas dívidas quando as mesmas podem ser evitadas, contribuindo para um perfil de endividamento mais saudável”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi.

Os principais tipos de dívida atualmente são: cartão de crédito (71,8%), carnês (25,4%) e cheque especial (20,5%). Como as famílias podem ter mais de um tipo de dívida, a soma supera os 100%. O destaque para o cheque especial ajuda a justificar o aumento do percentual de famílias com contas em atraso que atingiu 32,7% em dezembro. O percentual de famílias que não terá condições de saldar as suas dívidas em atraso, por sua vez, totalizou 6,5% em dezembro, número levemente superior ao mês anterior. O tempo médio de comprometimento com dívidas teve nova queda, ao passar de 7,4 meses em novembro para 6,8 meses em dezembro.

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