Eletroeletrônico mais presente

Setor registra crescimento de 17%, mas avanço das importações impacta fornecedor brasileiro

Crédito farto, maior distribuição de renda e classe C comprando como nunca. O resultado dessa soma explica a…

Setor registra crescimento de 17%, mas avanço das importações impacta fornecedor brasileiro

Crédito farto, maior distribuição de renda e classe C comprando como nunca. O resultado dessa soma explica a recuperação do setor de eletroeletrônicos, que fechou o primeiro

trimestre com crescimento de 17% no faturamento em comparação a igual período do ano passado.

Segundo estimativas, a indústria deve terminar este ano faturando 12% a mais do que em 2009. Os números foram apresentados ontem durante reunião com empresários do setor, em

Porto Alegre, pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. A entidade prevê alta de cerca de 10% para os próximos

anos, caso o Produto Interno Bruto (PIB) cresça os esperados 5% ao ano.

A euforia ocorre, em especial, por que o consumidor está adquirindo mais bens duráveis, como celulares, computadores e eletrodomésticos. Os investimentos do país na ampliação da

cadeia de petróleo e gás também participam desse momento favorável, já que aumentam a demanda por componentes elétricos e eletrônicos.

Barbato, no entanto, alertou para estatísticas menos positivas e que podem influenciar negativamente os negócios. As principais reclamações são, a exemplo de outros setores, a

tributação e a concorrência com os produtos chineses.

Levantamento da Abinee mostra que, em 2005, as importações de bens eletroeletrônicos representavam 15,9% do mercado brasileiro. Em 2009, esse percentual subiu para 20,4%.

Valorização do real, baixas taxas de importação e custos reduzidos dos chineses tornam o produto nacional pouco competitivo.

– Redução de encargos sociais para quem emprega muita mão de obra e elevação nas taxas de importação são medidas que podem aproximar o custo do eletroeletrônico brasileiro do

asiático – afirma Barbato.

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