Em busca de uso individual, 38% dos brasileiros devem comprar PC em 2011

SÃO PAULO – A tendência de individualização do computador – no qual começa a desaparecer a imagem do PC da família e crescer aquela em que cada pessoa na casa tem sua própria máquina – vai…

SÃO PAULO – A tendência de individualização do computador – no qual começa a desaparecer a imagem do PC da família e crescer aquela em que cada pessoa na casa tem sua própria máquina – vai impulsionar as vendas no Brasil em 2011. Segundo pesquisa da Intel divulgada nesta sexta-feira (19), 38% dos brasileiros pretendem comprar um PC nos próximos 12 meses. Dentre os itens de tecnologia, o desktop está no topo da lista de desejos dos brasileiros, com 15,2% de intenção de compra – mesmo número que as TVs LCD/Plasma/3D, de acordo com a Intel. Os notebooks aparecem com 14,3% das intenções de compra e os netbooks, com 2,3%. As Regiões Norte e Sul são as que apresentam maior intenção de compras, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde 50% dos entrevistados declararam que pretendem comprar um desktop, notebook ou netbook nos próximos 12 meses. “O Rio Grande do Sul é o exemplo de região onde já existe grande penetração dos computadores nos lares, e cujo crescimento está sendo ditado pela compra de uma segunda máquina ou pela individualização”, disse o diretor de Marketing da Intel Brasil, Cássio Tietê”. Outras localidades onde a intenção de compra é acentuada são o Paraná (44%), Bahia (31%), Ceará (36%) e Santa Catarina (34%).

Individualização

Quando se fala em uso individual do PC, o destaque fica por conta do Distrito Federal, onde 35,6% dos usuários têm o computador só para uso próprio. Outros estados que apresentam maior porcentagem de uso individualizado do PC são Rio de Janeiro (25,9%), Minas Gerais (25,7%) e Goiás (25,3%). Os locais que apresentaram maior índice de uso compartilhado – onde mais de uma pessoa usa um determinado equipamento – foram o Rio Grande do Sul (91,7%), Pará (91,4%) e Pernambuco (90,6%). “O brasileiro é apaixonado pelo seu computador – ele estuda, trabalha, compartilha, se relaciona através dele. Nesse contexto, é natural que o brasileiro queira um computador que seja efetivamente pessoal – que seja só seu, e reflita sua personalidade, seus maneirismos”, declarou Tietê. Esta tendência, comum nos mercados mais maduros, vai guiar o crescimento do mercado no futuro próximo”, finalizou o executivo.

Pesquisa

Encomendada ao Instituto Ipsos, a pesquisa foi realizada entre agosto e outubro de 2010, entrevistou 2.500 pessoas residentes em 16 praças brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A amostragem abrangeu usuários de computadores das classes ABCD, com mais de 16 anos, divididos por estado de acordo com perfis demográficos.

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