Fecomércio-RS: Intenção de Consumo das Famílias gaúchas cresce em março

A Intenção de Consumo das Famílias gaúchas (ICF_RS) chegou a 135,5 pontos em março, apontando elevação de 5,5 pontos na comparação com fevereiro. Comprovando o bom momento da economia estadual, os…

A Intenção de Consumo das Famílias gaúchas (ICF_RS) chegou a 135,5 pontos em março, apontando elevação de 5,5 pontos na comparação com fevereiro. Comprovando o bom momento da economia estadual, os resultados se devem, em grande parte, ao desempenho do mercado de trabalho, que segue batendo recordes de contratações. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a elevação foi de 7,7 pontos.

O índice, calculado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e divulgado no Estado pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS), vai de zero a 200. Acima de 100, manifesta um comportamento otimista por parte das famílias, que vêm se mostrando mais seguras com relação à economia – em março deste ano, a pontuação para famílias que sentem mais seguras na comparação com o ano anterior foi de 63,7, enquanto o índice para aqueles que se acreditam na mesma situação ficou em 18,1. Além disso, aqueles que acreditam ter uma melhoria na renda somaram 76,7, pontos contra 12,01 que se mostraram pessimistas em relação ao aumento da receita familiar. “Verificamos um patamar excelente de confiança do consumidor, que está se sentindo mais seguro em função do aumento da renda”, avalia Zildo De Marchi, presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac.

A Perspectiva Profissional é o item que atingiu o maior índice no ICF_RS: 164,6. Em relação ao Nível de Consumo Atual, houve leve queda no índice (88,9 contra 112,3 em março do ano passado). No entanto, o dado não reflete piora no cenário. “Isso significa a manutenção de um quadro que já estava bastante positivo”, explica De Marchi. Paralelamente, a categoria Momento para Consumo de Bens Duráveis cresceu de 147,3 para 150,4 pontos em 12 meses.

Segundo o presidente da Federação, o aumento de entre 2% e 3% na população economicamente Ativa (PEA) influencia diretamente no consumo, constituindo um verdadeiro motor para o comércio. Não por acaso o índice que mede a confiança do consumidor no quesito emprego subiu 33 pontos nos últimos 12 meses, ao mesmo em que a perspectiva profissional aumentou 19,4 pontos. A Renda Familiar também apresentou desempenho positivo ao longo do ano. Enquanto em março de 2010 atingia 131,4, em 2011 chegou a 150,1 pontos. “Com mais pessoas empregadas na economia e o aumento salarial, temos mais dinheiro circulando”, comemora De Marchi.

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