Fraudes com cheques e cartões assustam o consumidor.

Empresas investem na prevenção e tentam identificar novos golpes, mas, ainda assim, é preciso ficar de olho na hora de fazer os pagamentos

Um analista em segurança acompanhou como o consumidor se comporta…

Empresas investem na prevenção e tentam identificar novos golpes, mas, ainda assim, é preciso ficar de olho na hora de fazer os pagamentos

Um analista em segurança acompanhou como o consumidor se comporta nas lojas e mostra o que é certo e o que é errado na hora de pagar.

Fim de ano é marcado pelas compras de Natal. É justamente nessa época que os brasileiros mais tiram os cartões de crédito do bolso. É preciso redobrar a atenção e os cuidados para não cair em nenhuma armadilha.

O Jornal Hoje conversou com o coordenador do Grupo de Segurança e Prevenção às Fraudes da Associação das Empresas de Cartões de Crédito.

JH: Senhor Henrique, qual é a primeira dica?

“A primeira dica a é: assim que você receber seu cartão assine-o”, diz Henrique Takaki, Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços

“Outra dica é: ao receber sua senha memorize. Muitas pessoas não conseguem memorizar a senha, isso não é pecado, mas o pecado é que as pessoas escrevem a senha num papelzinho e deixam colada junto com o cartão”, alerta.

“Outro dia veio um cliente e ele numa outra loja conseguiu passar a tarja do cartão e na nossa loja não, porque o cartão dele tinha o chip”, comenta uma vendedora.

“Se o equipamento é preparado para chip, você tem que passar o cartão com chip e o cliente tem que digitar a senha, se não ele não vai conseguir fazer a compra. Existem lugares que o equipamento não está preparado pra chip, então ele passa na tarja”, comenta.

Evelyn acabou de fazer uma compra. Recebeu de volta o cartão de débito e o comprovante.

“Eu guardo direto na carteira. Às vezes eu confiro um pouquinho, às vezes eu esqueço. Almoço essa coisas, a gente não confere”, afirma Evelyn Aparecida, vendedora.

“São justamente nessas compras de valor menor que a pessoa pode errar. Em vez de colocar sete reais, coloca setenta, coloca setecentos”, diz.

Aqui na boca do caixa, ainda tem muita gente que prefere o cheque ao cartão.

Mas mesmo para usar a velha folhinha é preciso ter cuidado.

O consumidor deve:

– Emitir cheques para pessoas e estabelecimentos que confia.

– Usar uma caneta própria. Fraudadores oferecem caneta cuja tinta pode ser apagada.

– Escrever sempre “hum mil reais” com h, e nunca “mil reais”. Isso dificulta a adulteração do documento.

– Cruzar o cheque e preencher o nome do favorecido. Evita que o cheque passe de mão e mão.

“É uma segurança, ainda mais hoje em dia… Tem muito vigarista aí no mercado”, diz um senhor.

Os custos para evitar fraudes são altos. Por ano, os bancos gastam quase três bilhões de reais com soluções e tecnologia.

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