Gaúchos fazem pressão por metrô

Prefeito da Capital e presidentes da Câmara e Assembleia terão audiência quinta-feira para incluir trem na lista de prioridades

Um sonho acalentado há mais de duas décadas começa a ganhar força….

Prefeito da Capital e presidentes da Câmara e Assembleia terão audiência quinta-feira para incluir trem na lista de prioridades

Um sonho acalentado há mais de duas décadas começa a ganhar força. Projetado desde 1990, o metrô de Porto Alegre estará na pauta de uma comitiva que se encontrará na quinta-feira com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. O objetivo será discutir a inclusão de um dos mais importantes projetos urbanos da Capital na nova fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nomeado PAC da Mobilidade Urbana, o pacote deverá liberar verbas para a área de transporte nas maiores regiões metropolitanas do país. O estágio avançado dos planos seria um dos trunfos na conversa com a ministra, segundo o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati: – Já temos a modelagem financeira pronta e também um projeto básico. Agora só falta a inclusão do projeto no PAC, que é uma decisão totalmente política.

Junto com Fortunati deverão participar da reunião o presidente da Trensurb, Marco Arildo Cunha, da Câmara, Marco Maia (PT), e da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde (PT). – Queremos ouvir do governo que, quando for apresentado o PAC da Mobilidade Urbana, essa obra seja incluída – reforçou Villaverde.

Em entrevista à Rádio Gaúcha no dia 30 de julho de 2010, a então candidata à Presidência Dilma Rousseff falou sobre a possibilidade da implantação do metrô na Capital: – Não só me comprometo (com a implantação) como, quando foi elaborado o PAC 2, antes de eu sair do governo, nós demos prioridade para regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes, sendo Porto Alegre uma delas, para intervenções de mobilidade urbana.

Entre idas e vindas a Brasília ao longo das décadas, o projeto do metrô da Capital já foi causa de grandes frustrações. Em 2010, se criou grande expectativa de que a obra ingressaria no PAC 2, por conta da Copa do Mundo. Até um projeto diferente do atual – que incluía o Estádio Beira-Rio – foi apresentado. O empenho gaúcho, porém, não trouxe resultados. Na proposta que a comitiva gaúcha levará ao Planalto na quinta-feira, não há nenhuma relação com o Mundial de 2014.

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