IDV prevê alta superior a 6% nas vendas das varejistas

O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) espera crescimento superior a 6% nas vendas das varejistas nos próximos meses. O Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV) aponta alta de 6,5% para novembro e 6,3%…

O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) espera crescimento superior a 6% nas vendas das varejistas nos próximos meses. O Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV) aponta alta de 6,5% para novembro e 6,3% em dezembro na comparação com os mesmos meses de 2012. Para outubro, a expectativa também é de subida de 6,5%.

O dado leva em consideração as vendas realizadas e as estimativas dos associados do IDV. São 44 empresas de grande porte, como Grupo Pão de Açúcar, Lojas Americanas, Lojas Riachuelo, Magazine Luiza, Walmart, entre outras. O instituto anunciou que as companhias mantiveram em setembro a recuperação das vendas verificada em agosto. Os associados apontam para setembro um aumento de 5,1% nas vendas, também em relação ao mesmo mês de 2012.

De acordo com o IDV, o otimismo para os próximos meses “pode ser creditado à recuperação das vendas nos diversos segmentos, à resiliência (resistência) do mercado de trabalho e, finalmente, à desaceleração da inflação de alimentos, que havia pressionado o setor de não duráveis no primeiro semestre”.

O varejo de não duráveis, que responde pelas vendas de alimentos, entre outros, apontou um nível tímido de crescimento em setembro, com aumento estimado de apenas 1,3%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Para outubro, a expectativa é de acréscimo de 4,7%. Para os dois meses seguintes, os associados estimam melhoria de 4,9% e 3,5%, respectivamente.

Já o setor de bens semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, é o grupo com desempenho esperado mais elevado. Os associados apontam aumento de 5,8% nas vendas realizadas em setembro e projetam elevação de 11% em outubro, 9,6% em novembro e 11,1% em dezembro. Já o segmento de bens duráveis teve alta de 10,2% em setembro e a projeção é de 5% em outubro. Para os meses seguintes, as estimativas situam-se em 6,1% e 6,3%, respectivamente.

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