Janeiro tem menor endividamento entre famílias do Estado, aponta pesquisa da Fecomércio-RS

O ano de 2011 começou bem para os consumidores gaúchos, que apresentaram redução no índice de endividamento na comparação com os meses anteriores e com o mesmo período de 2010. A conclusão é da…

O ano de 2011 começou bem para os consumidores gaúchos, que apresentaram redução no índice de endividamento na comparação com os meses anteriores e com o mesmo período de 2010. A conclusão é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias gaúchas (PEIF_RS), de janeiro de 2011, elaborada pela CNC e divulgada na manhã desta quinta-feira (3) pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS).

Segundo o estudo, 68% dos entrevistados possuem alguma dívida em andamento, índice 2% inferior ao registrado no mesmo período no ano passado. A porcentagem de famílias com contas atrasadas foi de 22%, enquanto em dezembro ficava em 30%. “Como se trata de uma fase pós-Natal, a queda no endividamento representa um bom sinal”, avalia Zildo De Marchi, presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac. Segundo ele, o índice deve registrar elevação em fevereiro devido a comprometimentos com matrícula escolar e encargos tributários anuais, mas os bons resultados da economia devem influenciar para que o cenário seja melhor do que em 2010. “O índice de desemprego na Região Metropolitana chegou a cerca de 3% em dezembro, configurando um contexto muito positivo para o mercado. Além disso, os salários seguem subindo, o que mantém a economia aquecida. Se tudo isso se mantiver e mesmo assim o endividamento continuar caindo, teremos um ano promissor”, afirma.

A enquete também deixa claro que consumidores com maior poder aquisitivo possuem mais dívidas em andamento (72% para famílias com renda superior a 10 salários mínimos, contra 67% para aqueles que ganham menos do que isso). “Isso acontece porque pessoas que ganham mais têm maior acesso ao crédito, mas as contas em atraso são mais numerosas em lares com renda inferior (23% contra 19%).”

Do total de entrevistados, 10,8% se consideram muito endividados, enquanto 31,9% não possuíam dívidas correntes. O cartão de crédito aparece como o maior responsável pelo cenário: 66,7%, seguido pelos carnês, que somam 38,2%. A maior parte das famílias não deixa o atraso dos débitos superar 30 dias (39,6%) e 19,4% delas superam os 90 dias.

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