Lopes divulga software para tornar e-commerce mais seguro

O e-commerce brasileiro deve continuar em ascensão em 2010, depois de alcançar faturamento de cerca de R$ 10,5 bilhões no último ano, apenas em bens de consumo. As comercializações pela internet vêm…

O e-commerce brasileiro deve continuar em ascensão em 2010, depois de alcançar faturamento de cerca de R$ 10,5 bilhões no último ano, apenas em bens de consumo. As comercializações pela internet vêm crescendo a taxas de 20% a 30% a cada ano e, mesmo para algumas marcas consolidadas no varejo tradicional, chegam a superar as vendas físicas em alguns períodos.

A popularização da informática traz uma nova massa de pessoas dispostas a entrar e gastar no mundo digital, oriundas das classes C e D. Os receios do passado, como o de colocar o número do cartão de crédito na internet ou de não receber a mercadoria adquirida, foram sendo atenuados nos últimos anos. E, com isso, os empresários do setor comemoram, enfim, o fato de os brasileiros se sentirem mais à vontade para comprar na web. Esse cenário mais maduro abre novas oportunidades. E uma delas é a entrada de lojas digitais de médio e pequeno portes para concorrer com gigantes como Submarino, Magazine Luiza, Saraiva e Americanas.com. “Há uma descentralização da oferta e isso deve fazer com que as grandes redes percam fatias do mercado”, aposta o sócio-diretor da loja virtual Amercantil, Marcelo Albino.

Hoje, caso um consumidor não reconheça a compra de determinado produto, a administradora do cartão exige do lojista virtual um comprovante. Como ele geralmente não consegue apresentar este documento, já que a venda foi feita pela web, acaba tendo que devolver o valor. “O pequeno varejista costuma ficar muito exposto a fraudes e, para resolver isso, criamos uma ferramenta que faz todo o controle para ele”, relata o gerente-geral do Buscapé Financial Services, Denis Smetana Lopes. O executivo acredita que os próximos anos serão de muito crescimento para as empresas que atuam no e-commerce brasileiro. No Natal passado, a ferramenta já constatou um crescimento de até 250% no faturamento de diversos vendedores.

A maturidade do e-commerce brasileiro faz com que os players envolvidos nesse mercado apontem algumas necessidades de evoluções. E uma das principais é o aperfeiçoamento dos sistemas de pagamento. Nada muito diferente das demandas que já existem no varejo tradicional, essa melhora deve passar, necessariamente, pela quebra do monopólio das companhias responsáveis pela operação dos cartões de crédito, como Redecard e American Express. Quanto menos operadores, mais os lojistas acabam ficando dependentes das constantes mudanças tecnológicas que precisam acompanhar e dos valores de aluguel dos equipamentos cobrados.

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