MANIFESTO: Sindilojas Porto Alegre repudia decisão que impede a volta do modelo de cogestão

Após afirmação do governador Eduardo Leite, em uma live realizada na sexta-feira (19), sobre a possibilidade de retorno do modelo de cogestão na próxima semana, o juíz Eugênio Couto Terra barrou, por meio de liminar, tal decisão. Com isso, os prefeitos ficam impedidos de adotar o modelo de cogestão e devem seguir com as restrições de […]

Após afirmação do governador Eduardo Leite, em uma live realizada na sexta-feira (19), sobre a possibilidade de retorno do modelo de cogestão na próxima semana, o juíz Eugênio Couto Terra barrou, por meio de liminar, tal decisão. Com isso, os prefeitos ficam impedidos de adotar o modelo de cogestão e devem seguir com as restrições de bandeira preta, que impedem a abertura de lojas de segmentos e a venda de itens considerados não essenciais.

O Sindilojas Porto Alegre se posicionou sobre o assunto. Confira a íntegra do texto:

MANIFESTO: Sindilojas Porto Alegre repudia decisão que impede a volta do modelo de cogestão

Em nome de milhares de lojistas e famílias que dependem do comércio para se sustentar e que se veem, agora, de mãos atadas, o Sindilojas Porto Alegre manifesta a sua indignação em relação à liminar que impede a reabertura dos negócios considerados não essenciais, a partir de um modelo de cogestão, concedida pelo juiz Eugênio Couto Terra. Nossas empresas não podem mais ser penalizadas com a conta desta pandemia. Estamos todos esgotados, financeiramente e psicologicamente, e, como se isso não bastasse, sem recursos próprios, nem mesmo do governo, para que consigamos atravessar mais dias sem retomarmos nossas atividades.

Mais uma vez, assim como nos mais de quatro meses de portas fechadas que já enfrentamos, salientamos que nossas lojas e trabalhadores não são os responsáveis pela disseminação do vírus. Tanto os lojistas quanto os profissionais do setor têm total compreensão e respeito aos protocolos descritos em decreto, e ciência sobre as drásticas consequências que poderão sofrer e desencadear ao não obedecerem tais normas. Assim como de todos que trabalham para combater a Covid-19, governantes e profissionais da linha de frente, a saúde é nossa prioridade. No entanto, do mesmo modo que seguiremos fazendo a nossa parte com os cuidados necessários para preservar vidas humanas, não podemos deixar de agir para manter nossos negócios vivos.

Diante de um cenário catastrófico, de colapso do sistema de saúde e da economia, solicitamos encarecidamente que a decisão proferida seja revista. Somente dessa forma poderemos, ao menos, evitar ainda mais prejuízos para a nossa cidade.”

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