Pesquisa CNC/Fecomércio-RS aponta que gaúchos devem consumir mais em 2010

Assim como em nível nacional, o Rio Grande do Sul registra otimismo em relação ao consumo em 2010. A conclusão é da Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), realizada em todo o país pela…

Assim como em nível nacional, o Rio Grande do Sul registra otimismo em relação ao consumo em 2010. A conclusão é da Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), realizada em todo o país pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS).

De acordo com o estudo, que pondera itens como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro, a intenção de consumo das famílias em janeiro está em 133,3 pontos em uma escala que vai de zero a 200. No Brasil, o índice está em 135,5 pontos. “Isso representa uma importante ferramenta para o empresário local, que pode observar as intenções e opiniões do consumidor antes de tomar decisões como planejamento de estoques e investimentos”, explica Pedro Ramos, assessor econômico da Fecomércio-RS.

O levantamento, realizado em Porto Alegre, aponta que o cenário deve melhorar ainda mais em curto e médio prazos, pois enquanto o emprego atual está em 135,3, as perspectivas profissionais para os próximos seis meses estão em 140,8. Já o consumo atual, que está em 112,3, deve ser superado ainda no primeiro trimestre, visto que a perspectiva de consumo para os próximos três meses pula para 124,6. “Ainda estamos sentindo algum impacto da crise econômica mundial, situação que deve começar a mudar ao longo do ano”, lembra Ramos. Além disso, o índice de pessoas que se sentem mais seguras no emprego na comparação com o mesmo período do ano passado é de 50, enquanto apenas 14,7 acreditam estar menos seguras. Em relação ao acesso ao crédito, 54,9 consideram mais fácil na comparação com o ano anterior, enquanto 20,4 acham mais difícil obter ajuda para comprar a prazo. O nível de consumo para bens duráveis é o de melhor desempenho na ICF: 145,1. Conforme o economista, isso reflete um período confortável para o consumidor. “Redução do IPI e a queda na taxa cambial influenciaram diretamente no aumento desse tipo de compra, mas o aumento do crédito e a queda nas taxas de juros também atraíram mais consumidores para os bens duráveis. Se levarmos em consideração as perspectivas para o trabalho e renda, no futuro próximo a situação deve ser ainda mais positiva como um todo”, conclui.

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