Por que as Marcas e as Empresas precisam inovar?

Para sobreviver, ou para lucrarem mais a cada ano, algumas marcas estão se tornando mais inovadoras que outras

Em 2014, o Brasil abriu mais de 1,8 milhão de novas empresas de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um crescimento de 1,4% em relação a 2013. Apesar do fraco desempenho econômico que o país enfrenta, a chegada de novos empreendimentos foi e será inevitável. Mas o que as novas marcas e as já existentes estão fazendo para encarar um mercado cada vez mais competitivo? (um velho jargão, mas que nunca sai de moda)

Para sobreviver, ou para lucrarem mais a cada ano, algumas marcas estão se tornando mais inovadoras que outras. O conceito de inovação é ter uma cultura de como se adaptar à evolução do mercado e permanecer fiel aos propósitos, lucrar mais sempre. A Johnnie Walker faz isso há anos e, por isso, é uma das marcas centenárias mais famosas. Ela se tornou inovadora pois reconheceu que o futuro da empresa estava totalmente ligado a isso, inovar sempre.

Mas quais são os conceitos que envolvem uma "Marca Inovadora"? Um deles é ser global, mas agir localmente, conceito muito difundido com a Globalização na décaba de 90'. A Johnnie Walker, por exemplo, mantém seu posicionamento global, e consegue se tornar relevante localmente. A campanha publicitária Keep Walking foi adaptada para 120 mercados globais com sucesso. No Brasil, fez o morro do Pão de Açúcar levantar e caminhar. E depois recall e ainda ganhou uma relevância para os protestos de 2013 contra o governo federal sobre "O Gigante Acordou", onde usaram a mesma imagem adaptada.

Adaptação. Marcas inovadoras estão dispostas a mudar e a fazer isso rapidamente, é como se andassem conforme a música. Elas entendem que o segredo do sucesso necessita de velocidade para implantar às inovações e adequar o risco de tentar e às oportunidade que são identificadas. Veja três segmentos de negócios: aluguel de carros, táxi e hotéis. Em poucos anos foram afetadas por novos modelos de transacionar os negócios, claro que a internet foram suas plataformas para que isso mudasse, mas Zipcar, Uber e Airbnb provaram que poderiam transformar um nicho em algo que tivesse uma escala maior em share de mercado. 
A pergunta que não quer calar é: se você tem concorrentes, por que continua sendo inflexível e fechado para novas ideias? Por que os empresários e as marcas continuam a teimar de que nada mudou e em time que está ganhando não se mexe? Até que ponto a miopia de Marketing e de Inovação irá mudar a cultura de uma empresa?

O problema é que algumas marcas ainda se comportam como se estivessem no início do século 20, quando tudo era novidade pós revolução industrial. Um pensamento perigoso para os dias em que uma criança de 2 anos usa um telefone celular melhor que um idoso. Esse paralelo de gerações só mostra que só irá sobreviver quem inovar e quem lucrar mais do que os demais. Ser flexíveis às transformações é uma necessidade, não é um diferencial, caso contrário, mesmo que você ainda não saiba, sua marca já pode estar morta. E irá se questionar, por que a marca não vende? 

Uma marca inovadora tem que ser "conectada" com todos os stakeholders: funcionários, parceiros, clientes, fornecedores e todos os interessados no negócio.

 

Fonte: MKTmais

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