Seja mobile ou morra!

ESTUDO EM 39 PAÍSES APONTA TRÊS DRIVERS ESTRATÉGICOS PARA O VAREJO INCORPORAR O MOBILE COMO O CENTRO DO RELACIONAMENTO COM OS CLIENTES

Um estudo realizado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) e apresentado hoje (18/01) pela SAP durante a edição 2016 da NRF Big Show, em Nova York, mostra que o varejo está sob pressão para ajustar suas estratégias de negócios e conseguir lidar com as demandas dos consumidores, especialmente dos Millennials. A maior parte das empresas, porém, não está conseguindo dar conta do recado.

Segundo o relatório “How mobile is transforming retail: bricks, clicks, tweets and texts across the omnichannel shopping mall”, nesse ambiente de ajustes constantes, as empresas precisam colocar as tecnologias móveis no centro de sua estratégia de relacionamento com os clientes, sob o risco de simplesmente não conseguirem se comunicar com eles.

O relatório indicou três pontos fundamentais para a implementação de uma estratégia mobile que leve o varejo a crescer:

Leve em conta as diferenças de comportamento das diferentes gerações de consumidores: o relatório mostra que 69% dos consumidores usam smartphones e desktops em algum ponto de seu processo de compra, mas 81% dos Millennials (os consumidores nascidos a partir de 1980) têm o celular como a base do relacionamento com produtos e marcas;
Priorize a experiência do usuário para atrair e reter clientes: daqueles que não compram frequentemente a partir de dispositivos móveis, 63% culpam o pequeno tamanho das telas e 38% citam uma navegação ruim pelo site como obstáculo. Entre os que não usam o mobile em suas compras, 51% acreditam que o farão no futuro;
Resolva as questões de funcionalidade nas compras mobile: em poucos anos, a maior parte da população economicamente ativa dos principais mercados desenvolvidos será formada por nativos digitais. É um público que usa o mobile para comparar preços, gostaria que os vendedores das lojas também trabalhassem com o celular na mão para ajudá-lo a escolher produtos; e tende a abandonar marcas que não acompanham sua demanda por serviços mobile.

Segundo o estudo, disponível aqui, se hoje ainda é possível ter alguma sobrevida sem contar com uma estratégia mobile, essa janela está se fechando. Em breve, quem não tiver uma presença relevante via smartphone simplesmente desaparecerá.

Fonte: O Negócio do Varejo

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