Serviços e indústria impulsionam contratações no Rio Grande do Sul

Números divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged mostraram que, em janeiro deste ano, foram criados mais de 181 mil postos de trabalho no Brasil. Todas as regiões do país…

Números divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged mostraram que, em janeiro deste ano, foram criados mais de 181 mil postos de trabalho no Brasil. Todas as regiões do país apresentaram resultados recordes para o período. No Rio Grande do Sul foram criados, nesse período, mais de 18 mil novos empregos, sendo os principais responsáveis pelas contratações os setores da indústria de transformação (8.011) e de serviços (4.685).

O comércio teve saldo negativo: -138 postos de trabalho.
A explicação do economista da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS), Pedro Ramos, para a diferença entre as contratações dos setores de serviço e de comércio está na sazonalidade do período. “No Estado, o mês de janeiro é marcado por um grande número de demissões no comércio, em razão do final do período de vagas temporárias e ainda pela diminuição de consumo que acontece naturalmente no verão, com as pessoas se deslocando das suas cidades para o litoral”, avalia Ramos. O economista afirma que o comércio tem uma baixa natural na contratação de novos trabalhadores, ao contrário do setor de serviços, que se mantém em ritmo crescente. “É preciso lembrar que o setor de serviços seguiu contratando até mesmo no período da crise econômica. Passada essa fase e com a economia em expansão, seria natural que o ritmo se mantivesse favorável.” De forma geral, para o Rio Grande do Sul, Ramos explica que esse é o quinto mês consecutivo, sem a consideração de efeitos sazonais, em que a média trimestral de novos postos ficou em mais de 10 mil. “Para os próximos meses esperamos que o desempenho siga acima dos 12 mil postos, elevando assim o estoque de vagas de trabalho na economia do RS.” Um dos dados que chamaram a atenção do economista foi referente às contratações no setor agropecuário. Ramos diz que a média de empregos mensal é em torno de 3 mil vagas, mas que em janeiro de 2010, mesmo com as complicações causadas pelas chuvas, apresentou 3.700 novas vagas.

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