Sindilojas Porto Alegre convida lojistas e funcionários do comércio para caminhadas no Mês da Mulher

Ação “Vamos andar juntos em defesa das mulheres” visa alertar o comércio para questões de violência de gênero.

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher (8 de março), o Sindilojas Porto Alegre, em parceria com o Sindec-POA e com a Prefeitura de Porto Alegre, deseja chamar a atenção, especialmente dos lojistas e trabalhadores do comércio, para um problema que vem se tornando cada vez mais exposto pelo púbico feminino: a violência contra a mulher. E, para isso, a Entidade convida empresários do setor e funcionários, independentemente do gênero, a saírem às ruas para três caminhadas, que ocorrerão em importantes pontos de varejo da Capital.

Por meio deste ato, o Sindilojas Porto Alegre pretende contribuir para levar informação e conscientizar os lojistas e a sociedade em geral sobre a violência contra a mulher. Segundo o presidente da Entidade, Paulo Kruse, somente entendendo que as agressões podem ocorrer de forma silenciosa é possível combatê-las. “Nós, lojistas, devemos estar atentos a esse tipo de situação e denunciá-las sempre”, enfatiza.

 As caminhadas estão marcadas para os seguintes dias e locais:

CANCELADA (previsão de chuva) – 08/3 (Centro) – 10h – Saída da R. dos Andradas (em frente ao Rua da Praia Shopping). 

20/3 (Azenha) – 15h – Saída da Praça Princesa Isabel, seguindo para a Av. Azenha em direção à Rua Recife (sentido centro/bairro).

27/3 (Assis Brasil) – 15h – Saída da Av. Assis Brasil (em frente ao Shopping Bourbon Wallig) em direção à Rua Andaraí (sentido centro/ bairro). Volta pela calçada contrária (sentido bairro/centro). 

*Programação sujeita à cancelamento de acordo com a previsão do tempo.

Dados estatísticos no Estado e em Porto Alegre

Segundo levantamento encomendado pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública, feito pelo Datafolha neste mês de fevereiro, 52% das mulheres que sofreram algum tipo de violência em 2018 no Brasil ficaram caladas, não tornando público o problema, nem denunciando à polícia ou à família. Nos últimos 12 meses, ainda segundo o estudo, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no País, enquanto 37% das brasileiras passaram por algum tipo de assédio. Entre os casos de violência, 42% foram domésticos.

Já em Porto Alegre, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado, somente em janeiro deste ano 363 mulheres foram ameaçadas de violência, 362 sofreram lesão corporal e 33 sofreram estupro. Enquanto isso, no RS, o órgão registrou também 117 vítimas de feminicídio e 355 tentativas desse crime de janeiro a dezembro do ano passado.

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