Taxa de pobreza cai para 17,2% no RS em quinze anos

Entre 1993 e 2008, o Rio Grande do Sul reduziu o número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza de 3,05 milhões para 1,82 milhão, segundo estudo da Fundação de Economia e Estatística (FEE),…

Entre 1993 e 2008, o Rio Grande do Sul reduziu o número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza de 3,05 milhões para 1,82 milhão, segundo estudo da Fundação de Economia e Estatística (FEE), apresentado pela Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social do RS, com base em dados da Pnad e do Censo. O estudo O Fim da Pobreza: Desafio Civilizatório apontou que a taxa de pobreza no Estado caiu de 33,6% em 1993 para 17,2% em 2008.

Segundo a FEE, a faixa de pobreza inclui pessoas com renda per capita abaixo de meio salário mínimo nacional. O documento revela ainda que, se mantidas as condições atuais, sem a adoção de políticas públicas específicas, a proporção de pessoas pobres no RS cairá para 6,77% em 2022. O ano foi escolhido por marcar o bicentenário da independência do Brasil.

Para acentuar o ritmo de redução da pobreza, os órgãos apontam duas linhas de atuação: o planejamento familiar e a universalização do ensino fundamental. Para mostrar o efeito dessas medidas, o estudo propõe duas simulações. Se com a adoção do planejamento familiar fosse reduzido o número médio de filhos das famílias pobres de 2,1 para 1,5, a taxa de pobreza cairia para 5,7% em 2022. Caso além do planejamento, fosse eliminada a defasagem educacional de forma a garantir oito anos de escolaridade (Ensino Fundamental completo) para todos os habitantes, em 2022, a taxa cairia para 2,9%.

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