Vagas no RS aumentam 178,9 mil

O saldo de empregos gerados no Rio Grande do Sul foi o quarto maior do país por Estado, com a contratação líquida de 178.975 pessoas. Serviços (57.562) e indústria de transformação (54.624) responderam…

O saldo de empregos gerados no Rio Grande do Sul foi o quarto maior do país por Estado, com a contratação líquida de 178.975 pessoas. Serviços (57.562) e indústria de transformação (54.624) responderam pelo maior número de geração de postos de trabalho formal no Estado ao longo de 2010.

São Paulo se manteve como maior gerador de empregos formais, com 726,45 mil postos. Minas Gerais (296,23 mil) e Rio de Janeiro (217,81 mil) ficaram com o segundo e o terceiro postos.

Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o saldo robusto do emprego deve-se principalmente à retomada da atividade econômica depois do impacto da crise financeira global, entre o final de 2008 e meados de 2009. – A economia teve uma parada e voltou a crescer no meio do ano. A comparação favorece 2010 – afirmou o ministro.

Em dezembro, saldo ficou negativo no Estado e no país

A recuperação só perdeu força em dezembro. No último mês de 2010, o número de demissões superou o de contratações em 408 mil no país. No Estado, o número também ficou negativo em 18 mil. O número nacional é levemente menor ao do mesmo período de 2009, quando o saldo negativo foi de 415 mil. Mesmo assim, 2010 apresentou o terceiro pior dezembro do governo Lula – o que registrou o maior número de demissões foi 2008 (655 mil).

O saldo de novos empregos com carteira assinada durante os oito anos do governo Lula foi mais de 20 vezes maior do que os oito anos em que Fernando Henrique Cardoso esteve na Presidência. De janeiro de 2003 até dezembro de 2010, o Ministério do Trabalho registrou a criação de 15,048 milhões de vagas formais. No período de 1995 a 2002, haviam sido abertas 726 mil. – Esses números de emprego refletem toda a mudança estrutural da economia – avaliou Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria Integrada, salientando a estabilidade da economia conquistada nos últimos anos.

Com maior previsibilidade e menos risco, as empresas têm, segundo Bacciotti, maior facilidade para incorporar mão de obra formal em seus quadros. O economista destacou que a fiscalização no mercado de trabalho também contribuiu para os números positivos da Era Lula.

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