Venda no varejo sobe 1% ante maio e cresce 11,5% no semestre, diz IBGE

O volume de vendas no varejo brasileiro aumentou 1% em junho, perante maio, em dados com ajuste sazonal. Foi o segundo mês consecutivo de alta (em maio, o avanço foi de 1,5%) após a queda expressiva de 3,1%…

O volume de vendas no varejo brasileiro aumentou 1% em junho, perante maio, em dados com ajuste sazonal. Foi o segundo mês consecutivo de alta (em maio, o avanço foi de 1,5%) após a queda expressiva de 3,1% vista em abril. Já a receita nominal de vendas subiu pelo sexto mês seguido, ao registrar alta de 0,5% em junho. De maio para junho, os melhores desempenhos em termos de volume de vendas foram dos ramos de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,2%). Por outro lado, dentre os ramos com queda de venda, destacam-se Material de construção (-3,1%), Veículos e motos, partes e peças (-0,6%); e Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%). Perante junho de 2009, houve expansão de 11,3% no volume de vendas e de 14% na receita nominal do varejo nacional. Todas as atividades pesquisadas pelo IBGE viram aumento no volume de vendas, sobressaindo-se Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (11,9%); Móveis e eletrodomésticos (17%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,4%). No acumulado do primeiro semestre, o volume de vendas varejistas cresceu 11,5% no confronto com o mesmo período do ano passado. Foi a maior taxa para um semestre de toda a série histórica da pesquisa do IBGE. “Cabe ressaltar que no primeiro semestre de 2009 a economia brasileira sofria a influência da chamada crise financeira internacional. Somente em meados do segundo semestre daquele ano que a economia começa a se estabilizar, com suas atividades se aproximando dos patamares do período pré-crise”, ressalva nota do instituto. O desempenho do comércio varejista ampliado – o varejo, mais as atividades de veículos, motos, autopeças e de material de construção – foi mais fraco em junho, por refletir a diminuição da venda de veículos e de material de construção. O volume de vendas ficou estável e a receita nominal subiu 0,8% perante maio. Na comparação com junho de 2009, houve alta de 3,4% no volume e de 6,9% na receita nominal.

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