Vendas no varejo brasileiro crescem 0,7% em novembro, diz IBGE

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,7% em novembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a nona alta…

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,7% em novembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a nona alta mensal seguida do indicador, que ganhou força quando comparada à taxa de outubro, de 0,3% (dado revisado). A receita nominal do setor cresceu 1,1% na comparação com o mês anterior, também acima da taxa de outubro, que fora de 0,8%.

Na comparação com novembro do ano anterior, o volume de vendas cresceu 7%, enquanto a receita teve alta de 13,8% no mesmo período. No ano, as vendas avançaram 4,3%, e a receita, 12%. E em 12 meses, 4,4% e 11,9%, respectivamente.

Segundo o IBGE, as vendas de veículos e motos, partes e peças tiveram o maior crescimento em relação a outubro, ao registrar uma alta de 2,5%.

Outras oito atividades do varejo mostraram avanço: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,6%); tecidos, vestuário e calçados (1,5%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Também cresceram, mas a uma taxa menor que a das outras atividades, outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%); livros, jornais, revistas e papelarias (0,6%) e material de construção (0,5%). A única queda foi partiu de equipamentos de escritório, informática e comunicação (-2,1%).

Em relação a novembro de 2012, o volume de vendas em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceu 5,7% e segue como o principal impacto sobre o varejo total.

“A despeito do aumento do poder de compra da população, a atividade continua abaixo da média, refletindo os preços do setor que, nos últimos doze meses, cresceram acima da inflação. Os acumulados foram de 1,9% no ano e de 2,3% para os últimos 12 meses”, disse o IBGE, em nota.

Na sequência, por ordem de importância, aparecem móveis e eletrodomésticos, cujo crescimento foi de 9,1%, e combustíveis e lubrificantes, com alta de 8,7%. Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que englobam lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., exerceram a quarta maior contribuição, com avanço de 7,8% no volume de vendas.

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