Lojistas de Porto Alegre revelam impactos negativos devido ao excesso de chuva

Problemas na estrutura e menos fluxo de clientes foram citados

O Sindilojas Porto Alegre realizou um levantamento com lojistas da capital e constatou que 81,9% deles foram afetados negativamente pelos alagamentos causados pela cheia do Guaíba. O impacto mais significativo foi a redução no fluxo de clientes, mencionado por 88,1% dos entrevistados que foram atingidos. Além disso, cerca de 3,4% relataram danos estruturais em seus estabelecimentos, como goteiras e infiltrações e, 8,5% citaram ter o seu local de trabalho invadido pelas águas.

O presidente do Sindilojas POA, Arcione Piva, ressaltou que algumas vendas perdidas devido aos alagamentos podem ser recuperadas, mas outras foram permanentemente prejudicadas. “Estar preparados para enfrentar desafios climáticos e ter planos de contingência em vigor é um desafio ao empresário”, destacou. Foi a segunda maior cheia do Guaíba, ficando atrás apenas de 1941, quando o nível atingiu 4,76 metros.

Em tempo: no dia 29 de setembro, o prefeito Sebastião Melo sancionou um projeto de lei em Porto Alegre que cria um programa de ajuda para os moradores afetados pelas chuvas e cheias de setembro. O programa, chamado de Programa Municipal de Recuperação Emergencial e Auxílio Humanitário, inclui três tipos de benefícios, conforme pode ser visto aqui.

Abaixo você tem acesso a Pesquisa completa realizada pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre:


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