“Empresas devem se conectar emocionalmente com o cliente”, defende palestrante do Café com Lojistas

Artur Vasconcellos foi da teoria à prática do tema Marketing Experiencial no evento de quarta-feira (21).

Quem pensa que para se diferenciar da concorrência e conquistar o coração dos clientes é preciso inventar algo “pirotécnico” está bastante enganado. De acordo com Artur Vasconcellos, palestrante do Café com Lojistas da última quarta-feira (21), o que mexe com a emoção das pessoas e que faz uma empresa se conectar com elas é usar a criatividade para realizar algo que proporcione experiências sensoriais e afetivas. Em um bate-papo com lojistas sobre o tema Marketing Experiencial, Artur enfatizou que essas experiências se traduzem no conjunto de interações entre a empresa, produtos e/ou serviços junto aos seus consumidores.

O palestrante compartilhou algumas dicas com base no que, segundo ele, pode tocar as pessoas em nível emocional, físico, intelectual e espiritual. Confira abaixo:

– Oferecer + serviços: entre as ideias citadas por Artur está montar um espaço na loja que resolva um problema ou proporcione comodidade para o cliente. Em lojas de vestuário, um espaço para customização, por exemplo. Em lojas de materiais de construção e decoração, um local para montagem de um produto que a pessoa levaria para montar em casa.

– Oferecer + ações digitais: empresas grandes têm a vantagem de poder realizar ações com grande investimento, mas as pequenas também podem se inserir nesse universo digital. Adquirir um tablet para o cliente interagir em algum ponto da loja ou um smartphone para agilizar o atendimento do vendedor são ações possíveis de serem realizadas pelos pequenos.

– Oferecer + diversão: aqui entra realizar ações e eventos na loja como um happy hour com música ao vivo ao final da tarde, por exemplo. Proporcionar momentos descontraídos e que causem proximidade com o cliente, sempre respeitando o estilo da empresa, é claro.

– Oferecer + emoção: contar a história da empresa, passando por todos os processos até chegar no momento atual da marca, é uma das formas de sensibilizar e conquistar o cliente.

– Oferecer + design: segundo Artur, “as pessoas estão exigentes em relação ao ambiente de uma loja ou o formato dos produtos”. Portanto, vale também investir nesse aspecto.

– Inovar e se diferenciar: neste ponto – assim como nos outros – a criatividade deve ser bem explorada. Artur citou como exemplo a marca Lego, que, buscando se aproximar das crianças que crescem hoje em um mundo digitalizado, mesclou ações digitais com brincadeiras físicas em uma de suas lojas. “Sair da caixinha” pode gerar um retorno que o lojista poderia nunca ter imaginado antes.

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